domingo, 28 de abril de 2013

“A MÃE NOSSA DE CADA DIA”.


Jogral:

(adaptação de uma poesia de Ruth B. Kuhlmann)

Grupo: Todos os dias, ao acordar
A mãe começa a trabalhar.

Solo A: Mamãe pra lá, mamãe pra cá...
E ela a todos atenção dá.

Grupo: É a mãe que tudo vê
E responde sempre aos “porquê”.
Atende logo os pedidos
De achar objetos perdidos:

Solo B: Onde está o tênis...da meia o par?

Grupo: A mãe descobre o lugar.

Grupo: Cabeças ou costas doloridas?

Solo C: A mãe trata das feridas.

Grupo: E a toda hora uma queixa:

Solo D: Quero brincar, o mano não deixa!

Solo E: Quem quebrou minha boneca?
Quem sumiu com a peteca?

Grupo: E os pedidos sem fim
Aos quais tem que responder “sim”:

Solo A: Está pronta a merenda?
Lavou a blusa de renda?

Solo B: Não sei fazer a lição:
Quem foi Napoleão?...

Solo C: Posso ir brincar lá fora?

Solo D: Tenho que tomar banho agora?

Grupo: A mãe precisa ser lavadeira, enfermeira,
Babá, costureira, professora, cozinheira.
A mãe precisa ser companheira...

Solo E: E ainda precisa ser paciente
E estar sempre sorridente.

Solo A: E como consegue isto,
Dando conta do serviço???

Grupo: Respondemos nós nesta rima:

SÓ PELA GRAÇA DIVINA!

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