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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Livro sem Palavras


O LIVRO SEM PALAVRAS



Com apenas três páginas - nas cores preto, vermelho e branco - foi apresentado por Charles Spurgeon em 1866. Ao pregar no tabernáculo Metropolitano, em Londres, seu sermão tinha o título " O Livro Sem Palavras". O Sr. Spurgeon falou sobre um antigo ministro que reuniu três páginas e as folheava frequentemente para lembrar-se dos seus pecados, do sangue de Cristo derramado por Ele e da purificação "mais branca do que a neve" concedida para ele.
Não se sabe quando a página dourada foi acrescentada, mas ela trouxe outra dimensão ao livro, retratando o amor de Deus e as glórias do Seu lar celestial. Nove anos mais tarde. D. L. Moody usou o livro colorido em um culto para crianças onde cerca de 12 mil estavam presentes para ouvir sua mensagem sobre um " livro de quatro páginas - nas cores preto, vermelho, branco edourado".
_ Conte uma história para nós, FAnny. Conte outra - as crianças suplicavam. FAnny Crosby, a conhecida compositora de hinos, turava muitas vezes da bolsa um pequeno Livro Sem Palavras e contava às crianças, a quem tanto amava, a história do Salvador.
Em 1895, o livro foi levado à Índia por Amy Carmichaek, Amy e sua auxiliar fizeram uma bandeira de cetim nas cores dourada, preta, vermelha e branca, e a puseram em seu carro puxado por bois, indo de aldeia em aldeia divulgando o Evangelho no sul da Índia. _Um texto muito útil para um sermão de improviso _ comentou Amy. Nos grupos menores ela usava o pequeno livro em vez da bandeira. Ruth Overholtzer, esposa do fundador da Child Evangelism Fellowship ( Aliança Pró Evangelização das Crianças), J. Irvin Overholtzer, descobriu o livro em 1924. Ela o encontrou na livraria do Dr. Harry A. Ironside, que se tornou pastor da Moody Memorial Church, em Chigago. O Livro Sem Palavras estava sendo publicado em Londres, na época.

Como fazer um Flanelógrafo

Como fazer um Flanelógrafo


Material

*Papelão
*Tecido
* Feltro
*Tesoura
*Cola quente
* Pistola para cola

Confecção:

1- Corto um pedaço de papelão, exemplo 100cm x 33cm, corto o feltro  uns 2cm maior cada lado.

2- Passo cola quente num pedacinho e vou colando o feltro no papelão. Não passe cola em tudo e depois cole o feltro, porque a cola quente endurece.
3, Depois de coladoo feltro, você vira do outro lado. Corte o EVA com o flanelógrafo dobrado ao meio, porque ele dobrado precisa de mais EVA. 

4 - Depois é só colar o EVA, pode sobrar um pedaço do EVA para fora. Mas depois que você fechar, finalizar você corta o excesso.

5- Pronto. Você pode comprar figuras para flanelógrafo ou mesmo fazer. Caso seja feita de EVA ou outro material, você pode colar um pedacinho de lixa atrás ou um pedacinho de velcro(a parte áspera, ele gruda no feltro). Mas não esqueça que sempre o flanelógrafo tem que ser feito de feltro!




segunda-feira, 18 de março de 2013

Dez Pragas do Egito



Ler: Êxodo 6:18-30, e caps. 7,8,9,10,11



Versículo para DECORAR: "De maneira alguma te deixarei" - Hebreus 13:5

APLICAÇÃO: ensinar que Deus é poderoso e que devemos confiar somente nEle.
Introdução


Desenvolvimento

Deus escolheu Moisés para tirar o povo de Israel do Egito, e ele deveria falar com Faraó para que os libertasse.
Moisés e Arão, seu irmão, foram falar com Faraó, por duas vezes, mas Faraó, não deixou o povo sair.
Deus sabia que Faraó tinha um coração mau e não deixaria o povo sair. Mas isso não iria atrapalhar o plano de Deus para a libertação do povo de Israel.
Faraó confiava muito nos deus do Egito. Eram estátuas de ouro, de prata, de barro, mas que não tinham nenhum poder. Ele acreditava que os seus deuses eram mais poderosos que o Deus dos israelitas. Deus, então, provaria para Faraó e para os egípcios quem é o Deus verdadeiro.
Deus disse a Moisés: “Saberão os egípcios que eu sou o Senhor, quando estender eu a minha mão sobre o Egito, e tirar do meio deles os filhos de Israel”.
Deus fez com que acontecesse naquele país dez pragas – coisas muito ruins, para que Faraó e o povo do Egito aprendessem que há somente um Deus. Deus ia mostrar através das pragas que os deuses do Egito eram falsos, não tinham poder e não adiantava confiar neles.



A 1º praga – Deus disse para Arão estender sua vara sobre as águas do Egito. Quando ele fez isso, toda água se transformou em sangue. Você pode imaginar os egípcios indo buscar água no rio e encontrar somente sangue?



Você tem coragem de pegar uma rã? A 2º praga era as rãs. Em todos os lugares: no palácio de Faraó, nas praças, nas casas havia muitas rãs.

Na 3º praga, Deus transformou o pó da terra em piolhos.

Mesmo acontecendo essas coisas horríveis no Egito, Faraó não deixou o povo sair. Deus continuou enviando mais pragas





Veio a 4º praga, que eram as moscas.





A 5º praga foi peste nos animais – Faraó e os egípcios adoravam o deus touro. Acreditavam que ele protegia o gado, mas Deus mostrou que era inútil confiar em um animal.



A 6º praga constitui-se de úlceras – eram feridas muito feias que apareceram no povo.

Vocês acham que agora Faraó vai deixar o povo sair? Não. Ele era muito teimoso





Quem tem medo de chuva de pedras, de trovões, de relâmpagos? Deus enviou chuva diferente para o Egito, que nós nunca vimos igual. A chuva de pedras foi a 7º praga. Caíram tantas pedras que estragaram as plantações e mataram muitos animais.

Depois disso Deus fez soprar um vento forte trazendo milhares de gafanhotos, insetos que devoraram o restante das plantações do Egito. Esta foi a 8º praga.







Os egípcios acreditavam que o sol era o maior de todos os deuses. Então, Deus enviou a 9º praga fazendo com que o sol escurecesse por três dias. Ninguém podia sair de casa porque não encontrava caminho, mas na região onde os israelitas moravam não ficou escuro, somente para os egípcios. Moisés mostrou aos egípcios que o sol não é um deus.

Deus não permitiu que os israelitas sofressem com nenhum dessas pragas que caíram no Egito. Ele cuidou de Seu povo porque os amava.






Depois de tudo isso, Moisés foi falar novamente com Faraó, mas ele continuava com o coração endurecido.

Na aula de hoje, vimos nove pragas. Na próxima lição veremos a 10º praga, mas...será que dessa vez Faraó vai deixar o povo sair? Não percam!

Conclusão

Faraó não quis obedecer a Deus. E Deus estava lhe mostrando que é poderoso e pode realizar qualquer coisa. Faraó não tinha temor a Deus e não reconhecia a Sua grandeza. Nós temos que reconhecer que Deus é poderoso, é o Criador da natureza e o único Deus. Devemos confiar e adorar somente a Deus.



Atividades:







segunda-feira, 11 de março de 2013

Rainha Ester






1- Objetivo: Ensinar às crianças a importância de agradecer ao Senhor por nossa salvação.
2- Quebra-Gelo: Você lembra o dia que aceitou Jesus como o seu Senhor e Salvador?
3- Versículo para Memorizar: “Somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou.” Rm 8:37
4- Referência Bíblica: Ester 4-8
5- Mensagem: Ester era uma jovem judia que foi escolhida pelo rei Assuero, da Pérsia, para ser sua rainha. Tinha um primo chamado Mordecai, que a criara desde pequena, pois era órfã, não tinha pais. Mordecai era judeu e, fiel aos princípios de Deus, não se prostrava perante ninguém, por isso atraiu sobre si e sobre todos os judeus que ali viviam a ira de Hamã, homem exaltado pelo rei acima de todos os príncipes, diante de quem todos tinham que se prostrar. Hamã, para se vingar de Mordecai, foi ao rei e falou-lhe do povo judeu, que tinha leis diferentes de todos os outros povos e não obedecia às ordens dadas por ele. Em razão dessa desobediência, que o rei não os deixasse ficar ali, mas que os mandasse matar. Quando Mordecai soube desta ordem, rasgou suas roupas, vestiu-se de sacos e foi para a porta do rei, mas não o deixaram entrar. Ester soube do que estava acontecendo, mas achou-se incapaz de fazer alguma coisa, pois, apesar de ser rainha, só podia entrar na presença do rei quando este a chamava. Se entrasse sem sua ordem, poderia ser morta. Mordecai mandou-lhe dizer que se ficasse calada, certamente morreria junto com seu povo, pois também era judia e lembrou-lhe que talvez estivesse ali como rainha por providência de Deus para salvar seu povo. Ester mandou então que todos jejuassem por três dias, pois assim faria também, e depois entraria na presença do rei. No terceiro dia, Ester vestiu o manto real. Então, ela respirou fundo e entrou na sala interior, onde o rei estava sentado. O rei viu Ester e ficou muito satisfeito. Ele estendeu o seu cetro de ouro e perguntou a Ester o que ela queria. Ela, então o convidou para um banquete juntamente com Hamã. Hamã já tinha mandado preparar uma forca para Mordecai. Durante o banquete, novamente o rei perguntou-lhe o que queria e ela o convidou para um novo banquete. Neste segundo banquete, perguntou o rei a Ester, outra vez, qual era o seu pedido. Então ela lhe contou tudo o que estava acontecendo, denunciando Hamã como perseguidor do seu povo. Então o rei mandou que Hamã fosse enforcado na mesma forca que havia preparado para Mordecai e que fosse revogada a ordem de matar os judeus. O rei fez um decreto que todos os judeus podiam se reunir para lutar com quem tentasse matá-los. Deus estava com seu povo. Eles foram vitoriosos. Depois, eles fizeram uma festa especial para honrar a Deus por livrá-los da morte, chamada Festa de Purim.

Festa de Purim: O objetivo central da festa de Purim é compartilhar a alegria. Muitos judeus, em particular as crianças, fantasiam-se e participam de desfiles e concursos. As fantasias mais populares costumam ser as de Mardoqueu e da Rainha Esther. Peças teatrais são encenadas para recontar a milenar história. Nesta festa adultos e crianças comem e bebem alegremente, nesta festa também trazem alimentos e roupas para serem doados a pessoas carentes.

8- Aplicação: Assim como Deus usou a vida de Ester para salvar o povo judeu, Ele usou a vida de Jesus para nos salvar da morte. Que possamos louvar ao Senhor e agradece a Deus por Seu amor para com as nossas vidas!
9- Atividade: Sugestões: 1- Monte uma história da rainha Ester em quadrinhos, cada criança pode fazer um quadrinho, um desenho de uma parte da história, e depois junte os desenhos e reconte de forma resumida.
2- Prepare com as crianças uma festa de Purim, com lanches, doces, sucos, e muito louvor, para celebrar a nossa salvação em Cristo. Peça que nessa festa tragam algo para ser doado: roupas, brinquedos, alimentos (fechados). Incentive todas a trazerem algo, mesmo as mais carentes, elas encontrarão algo para trazerem, com certeza, é importante não tirar esse privilégio de nenhuma criança que é o de doar algo para alguém.
10- Comunhão / Encerramento















segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

As bem-aventuranças


AS BEM-AVENTURANÇAS
Mateus 5.3-12

O que são as Bem-Aventuranças?
Elas são de um lado as Be-Atitudes – atitudes que deveríamos ter.
Uma atitude é a maneira como mostramos nosso modo de pensar ou sentir sobre algo. Uma beatitude é o pronunciamento de alguma bênção ou felicidade que virá sobre nós quando permitirmos que Deus molde nossos pensamentos e sentimentos.

Quando Jesus fez o Sermão do Monte (Mateus 5.7), Ele deu algumas beatitudes, cada uma começando com a palavra bem-aventurado, ou feliz.
A pessoa abençoada é favorecida por Deus, recebendo dEle certos benefícios.
Existe um tipo de especial de felicidade que surge quando sabemos que Deus se agrada de nossas atitudes. Um menino pronto a dar a primeira lambida num sorvete pode dizer: “Isto vai me fazer feliz”. Mas, o que acontece quando o sorvete acaba?

A felicidade de Deus é duradoura. Ela começa quando recebemos Jesus como Salvador. A felicidade permanente de Deus não é apenas riso e prazer quando tudo vai bem, mas paz e esperança que lhe dão alegria mesmo nas dificuldades.
Podemos ter essa alegria quando sabemos que Deus perdoa os nossos pecados e nos deu a Vida Eterna. Uma vez que tenhamos fé no Senhor Jesus Cristo, as bênçãos pronunciadas aqui podem começar a transformar a nossa vida.

Jesus ensinou que se tivermos certas atitudes vamos ser felizes – as congratulações virão. Quando mostrarmos cada uma dessas atitudes certas, o Senhor irá felicitar-nos mediante resultados especiais. Por exemplos, se você for “humilde de espírito”, tem a promessa do “reino dos céus”. O que isto significa? Vamos examinar cuidadosamente as oito bem-aventuranças.


(1) “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.”
Ser pobre é não possuir algo que se precisa. A pessoa “pobre” (humilde) de espírito, admite voluntariamente sua necessidade espiritual. Ela compreende que lhe falta algo na vida. (Na verdade, Alguém está faltando).
Quando admitimos nossa necessidade espiritual, estamos prontos para receber Aquele que irá satisfazer essa carência, o Senhor Jesus Cristo. Então, nos tornamos parte do reino de Deus e podemos ter a certeza de compartilhar o Céu com Ele (Lucas 12.32).


(2) “Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados.”
Gina chorou por não gostar do café da manhã.
Chorou por não apreciar as roupas que a mãe comprou para ela.
Chorou quando a professora fez uma pergunta difícil e quando fez prova de matemática.
Jesus não estava, porém, falando desses tipos de tristeza.
Certo dia Gina ouviu: “Jesus morreu pelos seus pecados”. Ela então chorou por ter ficado realmente triste com seus pecados. Era pecado desobedecer à mãe e querer impor a sua vontade. Era até pecado chorar tanto. Este era o choro a que Jesus se referia – ficar triste com os pecados. Gina foi consolada quando confiou em Jesus para perdoá-la. Todos os que aceitam Jesus como Salvador recebem o grande consolo do perdão dos pecados.
Jesus prometeu também enviar aos salvos um Consolador ou Auxiliador, o Espírito Santo, para ser nosso Companheiro constante e ajudar-nos em momentos de problemas e perdas (João 14.16,17). É também muito reconfortante saber que algum dia, no Céu, não vai haver nenhum choro (Apocalipse 21.4). Este será um tempo realmente feliz.


(3) “Bem-Aventurados os manos, porque herdarão a terra.”
Ser manso é muito diferente de ser fraco.
Decidir ser manso – amável, humilde, submisso – exige força.
A mansidão vem quando nos vemos pela ótica de Deus.
Deixamos de fazer exigências. Deixamos de querer o primeiro lugar. Aceitamos as situações difíceis como vindas de Deus e fazemos o nosso melhor apesar delas.
A mansidão nos capacitará a desenvolver relacionamentos cordiais, satisfatórios, com outros e nos liberará para desfrutarmos de uma ‘herança’ especial de Deus, a Quem tudo pertence (Salmos 50.10- 12).
Quando deixamos de nos concentrar nas coisas pessoais e aceitamos o que Deus decide dar-nos, ficamos livres para “possuir” todas as coisas – usufruir a beleza e fartura da terra que nos rodeia – sol e ar fresco, boa alimentação, família e amigos, boa saúde. Podemos então aproveitar a vida ao máximo.
Algum dia iremos estar junto ao Senhor quando Ele julgar os perversos e estabelecer o seu reino na terra.


(4) “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos.”
Você já ficou com tanta fome que não conseguiu esperar pela hora da refeição? Ou com tamanha sede que precisou tomar um copo d´água imediatamente? Assim como o corpo precisa de alimento e água, o seu “eu” interior (sua alma e espírito) necessita de algo para satisfazê-lo.
Alguns pensam que o dinheiro satisfaz.
Outros acham que precisa do prazer.
Jesus diz que a única coisa que pode satisfazer a sua fome e sede interior é a justiça, isto é, agir corretamente.
Você quer fazer o que é certo?
Jesus pode ajudá-lo nisso.
Quando você O recebe, Ele lhe dá a Sua justiça (2 Coríntios 5.21) e depois nos dá o poder de viver retamente.
Se tiver fome e sede de justiça, vai ler a Palavra de Deus e orar.
Terá prazer em estar com outros salvos na igreja e na Escola Dominical.
Quando buscar a Deus e agir como deve, vai sentir grande satisfação íntima; será abençoado com a verdadeira felicidade.
Mas, ficar “satisfeito” por agir bem será como comer uma sobremesa deliciosa. Você desejará repetir o prato por ser muito bom!

(5) “Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.”
Mostrar misericórdia significa não castigar alguém mesmo que mereça.
Os misericordiosos são aqueles que perdoam outros e mostram a eles bondade que não merecem. Essas pessoas não olham os demais com superioridade nem os condenam.
Ser misericordioso significa dar parte de uma mesada a uma família pobre, ser amigo de alguém que seja objeto de riso dos seus vizinhos, ou ser paciente com o irmãozinho pequeno quando ele quebra um de seus brinquedos.
Por que devemos mostrar misericórdia?
Porque Deus tem sido misericordioso para conosco.
O Senhor Jesus aceitou o castigo pelo seu pecado e o meu quando morreu na cruz. Depois que receber a Ele, Jesus vai ajudá-lo a ser misericordioso para com outros em piores condições que você ou para com os que ofendem ou decepcionam.
Deus promete uma bênção especial aos misericordiosos: eles vão receber misericórdia de uma forma ou de outra (2 Samuel 22.26; Eclesiastes 11.1).
Se você então mostrar misericórdia, não se surpreenda quando outros forem misericordiosos para com você.


(6) “Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus.”
Os judeus dos dias de Jesus davam muito valor à pureza ou limpeza, mas toda a sua ênfase estava nas coisas externas (Mateus 23.25).
Jesus voltou Sua atenção para o íntimo. Ele disse que Deus dá valor aos corações limpos. Não podemos tornar puros nossos corações, só Jesus tem poder para isso (Provérbios 20.9; 1João 1.7).
Jesus promete que os que permitirem que Ele os limpe do pecado verão a Deus.
Quando esta vida terminar, conheceremos a perfeita felicidade de viver para sempre na presença de Deus.
Há também um meio dos salvos “verem” a Deus agora.
Quando cometer um erro, confesse seu pecado a Deus (1 João 1.9). Fique perto dEle ao ler a Sua Palavra e conversar com Ele em oração. Quando seu coração é puro, você pode “ver” Deus trabalhando na sua vida.


(7) “Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.”
Você já viu alguma vez pai e filho tão parecidos que as pessoas dizem: “É fácil ver que ele é filho daquele homem!”
Quando outros olham para a sua vida, eles dizem: “Esse menino ou menina é filho de Deus”. Talvez digam, se você for pacificador.
Os pacificadores “promovem a paz” entre os inimigos. Quando fazemos isso nos assemelhamos a Deus.
Um meio de ser um pacificador é contando a outros como ter a paz com Deus mediante Seu Filho Jesus.
Você pode também ajudar a manter a paz com seus amigos, sendo verdadeiro e bondoso, mantendo-se calmo quando alguém quer começar uma briga.
Ter paz com Deus e com outros lhe trará grande felicidade (Tiago 3.17,18).

(8) “Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.”
Lemos em 2 Timóteo 3.12: “Todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” [tratados com aspereza e crueldade!].
Os salvos podem evitar a perseguição vivendo como o mundo – rindo de piadas sujas, participando de brincadeiras perversas, não dizendo nada sobre o Senhor Jesus e o que Ele fez em favor deles.
Mas, então, não teremos a bênção mencionada por Jesus.
Você pode ficar feliz quando alguém caçoa de você por estar agindo certo?
Deus diz que pode.
É difícil ser maltratado por fazer o que deve, mas o Senhor Jesus nos deixou um exemplo (1 Pedro 2.21) e uma promessa para nos manter fiéis (Romanos 8.18).
Quando as pessoas rirem ou tentarem ofendê-lo por agir bem, pense nos dias felizes que terá no Céu. As dificuldades duram algum tempo, mas o Céu vai durar para sempre!









sábado, 10 de novembro de 2012

Os irmãos de José vão ao Egito


Os irmãos de José vão ao Egito

Gênesis 42:1-38
 Jacó ficou sabendo que no Egito não havia falta de mantimento. Então disse aos filhos dele: "Vocês acham que adianta ficar olhando uns para os outros, sem fazer nada?


Ouvi dizer,  continuou Jacó, "que o Egito tem cereais armazenados. Vão lá comprar mantimento, se não, acabaremos morrendo de fome.  Dez irmãos de José foram comprar cereal no Egito.Jacó não deixou ir Benjamim, o filho menor, irmão de José por parte de pai e de mãe. Jacó reteve Benjamim, dizendo: "Convém que ele fique, pois poderia acontecer algum desastre a ele. "


 Iam caravanas de Canaã para o Egito, para resolver o problema da fome. E lá foram também os filhos de Israel. José era o governador do Egito. Era ele que fazia as vendas, e os irmãos de José foram então à sua presença quando chegaram, e se inclinaram diante dele!


 José logo reconheceu os irmãos, mas não disse nada quanto a isso. Falou secamente com eles, perguntando por meio de intérprete: "De onde vocês vêm? " Eles responderam: "Da terra de Canaã. Viemos comprar mantimento.  José reconheceu os irmãos dele, mas eles não reconheceram José.  José lembrou os sonhos que tinha tido sobre eles.


Disse aos irmãos: "Vocês são espiões. Estão querendo descobrir os pontos fracos do Egito.  "Não, senhor! " responderam eles. "Estes seus servidores vieram aqui para comprar mantimento, e só. Somos todos irmãos, por parte de pai. Somos gente honesta. Não somos espiões. José insistiu: "Nada disso! O que vieram fazer é outra coisa. Vocês querem conhecer os pontos fracos do pais. Nós, que somos seus servidores, " disseram eles, "somos de uma família de doze irmãos, todos filhos de um homem que mora em Canaã. Estamos dez aqui. O mais novo de todos ficou com o pai. O outro não existe mais.  Não adiantou. José continuou dizendo: "Não. Vocês não mudarão o que penso. Vocês são espiões.Bem, " prosseguiu ele, "Há um jeito de provar o que dizem. Mas garanto pela vida de Faraó - que vocês não sairão daqui enquanto não apresentarem a prova. E a prova é esta: Tragam aqui o seu irmão mais novo. Um de vocês vai buscar o rapaz. Enquanto isso vocês vão ficar detidos aqui. Assim ficará provado se vocês disseram a verdade. E se não - pela vida de Faraó - terei certeza de que são espiões. Dizendo isso, mandou prender todos eles numa cadeia. Três dias depois, José tornou a falar com eles. Disse: "Vou dar oportunidade a vocês para salvarem a vida - pois eu tenho temor de Deus, façam isto: Se vocês são honestos, deixem um aqui na prisão, enquanto os outros vão levar mantimento para saciar a fome dos seus familiares. 


Depois voltarão para cá, trazendo o irmão mais novo. Assim vocês provarão o que estão dizendo, e não serão mortos. " Eles concordaram.  Naquela hora os irmãos de José lembraram o mal que tinham feito. "Bem merecemos o que está acontecendo, " disseram. "Pesa sobre nós a culpa do que fizemos ao nosso irmão. Vimos quanto ele sofreu! Ele suplicava tanto que tivéssemos dó, e nós não fizemos caso! Agora estamos pagando tudo. Agora passamos por esta angústia!  "Vocês decerto lembram o que falei na ocasião, " disse Rúben. "Eu disse que não pecassem contra o rapaz. Mas vocês não quiseram escutar. Pois agora vejam! Temos de pagar pelo sangue dele! "  Eles nem desconfiaram que José estava entendendo tudo o que falavam. Não desconfiaram porque, quando José falava com eles, usava intérprete, como se não soubesse a língua dos hebreus. José saiu um pouco, e chorou. Depois voltou para falar com os irmãos, e algemou Simeão na frente deles.José deu ordens para que enchessem de cereal os sacos que os irmãos dele tinha trazido para as compras. Mandou devolver o pagamento deles, colocando o dinheiro dentro dos sacos de mantimento. Além disso, mandou preparar alimento para a viagem deles. Os criados fizeram tudo o que José mandou.  Os filhos de Jacó puseram os sacos de mantimento nos lombos dos jumentos, e foram embora.   Quando estavam alojados numa hospedaria da estrada, um dos irmãos foi alimentar o jumento dele. Ao abrir um saco para tirar cereal, achou o dinheiro na boca do saco. Vejam só! ", disse ele. "Devolveram o meu dinheiro! Encontrei na boca do saco de mantimento. " Os outros quase desmaiaram. Ficaram olhando uns para os outros, cheios de medo. E disseram: "Que será que Deus quer fazer conosco?  Continuaram a viagem para a terra de Canaã. Chegando em casa, contaram ao pai tudo o que tinha acontecido. O governador do Egito foi duro conosco, " disseram eles a Jacó. "Ele ficou dizendo que estávamos lá como espiões! Nós dissemos: Somos gente honesta. Não somos espiões!32 Somos doze irmãos por parte de pai. Um não existe mais, e o menor está em casa, na terra de Canaã. Mas aquele homem, que é a maior autoridade do Egito, respondeu: Só vejo um modo de vocês provarem que são honestos. Um de vocês fica detido aqui. Os outros podem ir para casa, levando mantimento para socorrer as famílias de cada um.  Depois vocês vão ter de voltar para cá, trazendo o irmão mais novo. Se fizerem isso, ficará provado que estão sendo sinceros. Aí soltarei o seu irmão, e vocês poderão negociar à vontade no Egito.  Depois de contarem a história toda, despejaram os sacos de mantimento no depósito. Aí viram o dinheiro de todos eles, amarrado em pequenos pacotes. O pai e os filhos ficaram cheios de medo.


 Então Jacó: "Vocês me deixaram sem dois filhos. José não existe mais, e Simeão está longe. E agora querem levar Benjamim! Como posso agüentar todas estas coisas?! Foi quando Rúben falou ao pai: "Pode deixar que eu levo Benjamim, e o trago de volta. Se eu não cumprir minha palavra, pode matar os meus dois filhos! O meu filho não sairá daqui com vocês, " respondeu Jacó. "Morreu o irmão dele, e ele ficou sozinho. É o que me resta. Se ele for e acontecer algum desastre com ele na viagem, vocês me farão morrer cheio de tristeza! 





José: O sonho de Faraó


O sonho de Faraó

Gênesis 41:1-40

 Depois de dois anos completos, Faraó teve um sonho. No sonho ele se viu de pé, na margem do rio Nilo.


 E viu sair das águas sete lindas vacas gordas. E elas ficaram pastando no capinzal. Viu também sete vacas feias e magras saindo do rio. Foram atrás das gordas e ficaram paradas perto delas, na beira do rio.  Depois as vacas magras comeram as gordas! Nesse ponto, Faraó acordou.


Depois dormiu de novo e teve outro sonho. Sonhou que num só talo nasciam sete espigas cheias e boas.  E em seguida nasceram mais sete espigas no mesmo talo, Mas estas não eram bem desenvolvidas, e estavam queimadas pelo vento leste.  E as espigas feias devoraram as espigas boas. Nisso Faraó acordou, e viu que não passava de um sonho.  De manhã Faraó ficou preocupado com os sonhos que tinha tido. Mandou chamar todos os mágicos e todos os sábios do Egito. Contou a eles os sonhos, mas ninguém pôde dizer o sentido deles.  Só então o chefe dos garçons se lembrou de falar de José a Faraó. Disse ele: "Lembro agora o meu pecado!  "Já faz tempo, Vossa Majestade ficou irritado comigo e com um colega meu de serviço, o chefe dos padeiros. Nós dois ficamos presos na cadeia da casa do comandante da guarda.


 "Uma noite, nós dois sonhamos,  e contamos os nossos sonhos a um jovem hebreu escravo do chefe da guarda que estava lá, e ele interpretou os dois.  "Pois bem, aconteceu tudo o que ele disse! Eu voltei para para o meu cargo, e o outro foi enforcado - como aquele moço tinha dito.


Faraó mandou buscar José. Foram logo tirar o preso da cela. José fez a barba, trocou de roupa, e se apresentou a Faraó. 15 Disse o rei: "Tive um sonho, e ninguém consegue dizer o que significa. Ouvi dizer que você é capaz de interpretar sonhos. "  "Eu mesmo não posso fazer isso, " disse José. "Mas Deus dirá ao rei o sentido do sonho. "  

José e o chefe de vinhos e o padeiro



O chefe de vinhos e o padeiro
Gênesis 40:1-23


 Passado algum tempo, o rei do Egito foi ofendido por dois dos seus servidores, isto é, o chefe dos copeiros, que era encarregado de servir vinho, e o chefe dos padeiros. O rei ficou furioso com os dois  e mandou que fossem postos na cadeia que ficava na casa do capitão da guarda, no mesmo lugar onde José estava preso. Eles ficaram muito tempo ali, e o capitão deu a José a tarefa de cuidar deles.


 Certa noite, ali na cadeia, o copeiro e o padeiro tiveram um sonho cada um. E cada sonho queria dizer alguma coisa.  Quando José veio vê-los de manhã, notou que estavam preocupados.  Então perguntou: —Por que vocês estão com essa cara tão triste hoje?


 Eles responderam: —Cada um de nós teve um sonho, e não há ninguém que saiba explicar o que esses sonhos querem dizer. —É Deus quem dá à gente a capacidade de explicar os sonhos — disse José. —Vamos, contem o que sonharam.  Então o chefe dos copeiros contou o seu sonho. Ele disse: —Sonhei que na minha frente havia uma parreira  que tinha três galhos. Assim que as folhas saíam, apareciam as flores, e estas viravam uvas maduras. "Eu estava segurando o copo do rei; espremia as uvas no copo e o entregava ao rei."  José disse: —A explicação é a seguinte: os três galhos são três dias. Daqui a três dias o rei vai mandar soltá-lo. Você vai voltar ao seu trabalho e servirá vinho ao rei, como fazia antes. Porém, quando você estiver muito bem lá, lembre de mim e por favor tenha a bondade de falar a meu respeito com o rei, ajudando-me assim a sair desta cadeia.  "A verdade é que foi à força que me tiraram da terra dos hebreus e me trouxeram para o Egito; e mesmo aqui no Egito não fiz nada para vir parar na cadeia."


 Quando o chefe dos padeiros viu que a explicação era boa, disse: —Eu também tive um sonho. Sonhei que estava carregando na cabeça três cestos de pão.  No cesto de cima havia todo tipo de comidas assadas que os padeiros fazem para o rei. E as aves vinham e comiam dessas comidas.  José explicou assim: —O seu sonho quer dizer isto: os três cestos são três dias.  Daqui a três dias o rei vai soltá-lo e vai mandar cortar a sua cabeça. Depois o seu corpo será pendurado num poste de madeira, e as aves comerão a sua carne.  Três dias depois o rei comemorou o seu aniversário, oferecendo um banquete a todos os seus funcionários. Ele mandou soltar o chefe dos copeiros e o chefe dos padeiros e deu ordem para que viessem ao banquete.  E aconteceu exatamente o que José tinha dito: o rei fez com que o copeiro voltasse ao seu antigo trabalho de servir vinho ao rei  e mandou que o padeiro fosse executado.  "Porém o chefe dos copeiros não lembrou de José; esqueceu dele completamente."





José e a mulher de Potifar



José e a mulher de Potifar

 3ªParte

Gênesis 39:1-23
 José foi levado para o Egito, onde os ismaelitas o venderam a um egípcio chamado Potifar, um oficial que era o capitão da guarda do palácio.O SENHOR Deus estava com José. Ele morava na casa do seu dono e ia muito bem em tudo.


 O dono de José viu que o SENHOR estava com ele e o abençoava em tudo o que fazia.  Assim, José ganhou a simpatia do seu dono, que o pôs como seu ajudante particular. Potifar deu a José a responsabilidade de cuidar da sua casa e tomar conta de tudo o que era seu. Dali em diante, por causa de José, o SENHOR abençoou o lar do egípcio e também tudo o que ele tinha em casa e no campo. Potifar entregou nas mãos de José tudo o que tinha e não se preocupava com nada, a não ser com a comida que comia. José era um belo tipo de homem e simpático. Algum tempo depois, a mulher do seu dono começou a cobiçar José. Um dia ela disse: —Venha, vamos para a cama.

 Ele recusou, dizendo assim: —Escute! O meu dono não precisa se preocupar com nada nesta casa, pois eu estou aqui. Ele me pôs como responsável por tudo o que tem. Nesta casa eu mando tanto quanto ele. Aqui eu posso ter o que quiser, menos a senhora, pois é mulher dele. Sendo assim, como poderia eu fazer uma coisa tão imoral e pecar contra Deus? Todos os dias ela insistia que ele fosse para a cama com ela, mas José não concordava e também evitava estar perto dela.  Mas um dia, como de costume, ele entrou na casa para fazer o seu trabalho, e nenhum empregado estava ali. Então ela o agarrou pela capa e disse: —Venha, vamos para a cama. Mas ele escapou e correu para fora, deixando a capa nas mãos dela.


13 Quando notou que, ao fugir, ele havia deixado a capa nas suas mãos, 14 a mulher chamou os empregados da casa e disse: —Vejam só! Este hebreu, que o meu marido trouxe para casa, está nos insultando. Ele entrou no meu quarto e quis ter relações comigo, mas eu gritei o mais alto que pude. 15 Logo que comecei a gritar bem alto, ele fugiu, deixando a sua capa no meu quarto. 16 Ela guardou a capa até que o dono de José voltou. 17 Aí contou a mesma história, assim: —Esse escravo hebreu, que você trouxe para casa, entrou no meu quarto e quis abusar de mim. 18Mas eu gritei bem alto, e ele correu para fora, deixando a sua capa no meu quarto. 19 Veja só de que jeito o seu escravo me tratou! Quando ouviu essa história, o dono de José ficou com muita raiva.


20 Ele agarrou José e o pôs na cadeia onde ficavam os presos do rei. E José ficou ali. 21 Mas o SENHOR estava com ele e o abençoou, de modo que ele conquistou a simpatia do carcereiro. 22 Este pôs José como encarregado de todos os outros presos, e era ele quem mandava em tudo o que se fazia na cadeia.


23 O carcereiro não se preocupava com nada do que estava entregue a José, pois o SENHOR estava com ele e o abençoava em tudo o que fazia.




José é vendido pelos irmãos


José é vendido pelos irmãos

Gênesis 37:12 - 37

Um dia os irmãos de José levaram as ovelhas e as cabras do seu pai até os pastos que ficavam perto da cidade de Siquém.


 Então Jacó disse a José: —Venha cá. Vou mandar você até Siquém, onde os seus irmãos estão cuidando das ovelhas e das cabras. —Estou pronto para ir—respondeu José.  Jacó disse: —Vá lá e veja se os seus irmãos e os animais vão bem e me traga notícias. Então dali, do vale de Hebrom, Jacó mandou que José fosse até Siquém, e ele foi. Quando chegou lá,  ele foi andando pelo campo. Aí um homem o viu e perguntou: —O que você está procurando? —Estou procurando os meus irmãos — respondeu José. —Eles estão por aí, em algum pasto, cuidando das ovelhas e das cabras. O senhor sabe aonde foram?  O homem respondeu: —Eles já foram embora daqui. Eu ouvi quando disseram que iam para Dotã. Aí José foi procurar os seus irmãos e os achou em Dotã.


 Eles viram José de longe e, antes que chegasse perto, começaram a fazer planos para matá-lo. Eles disseram: —Lá vem o sonhador!  Venham, vamos matá-lo agora. Depois jogaremos o corpo num poço seco e diremos que um animal selvagem o devorou. Assim, veremos no que vão dar os sonhos dele.  Quando Rúben ouviu isso, quis salvá-lo dos seus irmãos e disse: —Não vamos matá-lo. Não derramem sangue. Vocês podem jogá-lo neste poço, aqui no deserto, mas não o machuquem. Rúben disse isso porque planejava salvá-lo dos irmãos e mandá-lo de volta ao pai.


 Quando José chegou ao lugar onde os seus irmãos estavam, eles arrancaram dele a túnica longa, de mangas compridas, que ele estava vestindo. Depois o pegaram e o jogaram no poço, que estava vazio e seco.  E sentaram-se para comer. De repente, viram que ia passando uma caravana de ismaelitas que vinha de Gileade e ia para o Egito. Os seus camelos estavam carregados de perfumes e de especiarias.


 Aí Judá disse aos irmãos: —O que vamos ganhar se matarmos o nosso irmão e depois escondermos a sua morte?  Em vez de o matarmos, vamos vendê-lo a esses ismaelitas. Afinal de contas ele é nosso irmão, é do nosso sangue. Os irmãos concordaram. Quando alguns negociantes midianitas passaram por ali, os irmãos de José o tiraram do poço e o venderam aos ismaelitas por vinte barras de prata. E os ismaelitas levaram José para o Egito.Quando Rúben voltou ao poço e viu que José não estava lá dentro, rasgou as suas roupas em sinal de tristeza.  Ele voltou para o lugar onde os seus irmãos estavam e disse: —O rapaz não está mais lá! E agora o que é que eu vou fazer?


 Então os irmãos mataram um cabrito e com o sangue mancharam a túnica de José.  Depois levaram a túnica ao pai e disseram: —Achamos isso aí. Será que é a túnica do seu filho?


 Jacó a reconheceu e disse: —Sim, é a túnica do meu filho! Certamente algum animal selvagem o despedaçou e devorou.  Então, em sinal de tristeza, Jacó rasgou as suas roupas e vestiu roupa de luto. E durante muito tempo ficou de luto pelo seu filho. Todos os seus filhos e filhas tentaram consolá-lo, mas ele não quis ser consolado e disse: —Vou ficar de luto por meu filho até que vá me encontrar com ele no mundo dos mortos. E continuou de luto por seu filho José.  Enquanto isso, os midianitas venderam José a Potifar, oficial e capitão da guarda do rei do Egito.