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segunda-feira, 18 de março de 2013

Dez Pragas do Egito



Ler: Êxodo 6:18-30, e caps. 7,8,9,10,11



Versículo para DECORAR: "De maneira alguma te deixarei" - Hebreus 13:5

APLICAÇÃO: ensinar que Deus é poderoso e que devemos confiar somente nEle.
Introdução


Desenvolvimento

Deus escolheu Moisés para tirar o povo de Israel do Egito, e ele deveria falar com Faraó para que os libertasse.
Moisés e Arão, seu irmão, foram falar com Faraó, por duas vezes, mas Faraó, não deixou o povo sair.
Deus sabia que Faraó tinha um coração mau e não deixaria o povo sair. Mas isso não iria atrapalhar o plano de Deus para a libertação do povo de Israel.
Faraó confiava muito nos deus do Egito. Eram estátuas de ouro, de prata, de barro, mas que não tinham nenhum poder. Ele acreditava que os seus deuses eram mais poderosos que o Deus dos israelitas. Deus, então, provaria para Faraó e para os egípcios quem é o Deus verdadeiro.
Deus disse a Moisés: “Saberão os egípcios que eu sou o Senhor, quando estender eu a minha mão sobre o Egito, e tirar do meio deles os filhos de Israel”.
Deus fez com que acontecesse naquele país dez pragas – coisas muito ruins, para que Faraó e o povo do Egito aprendessem que há somente um Deus. Deus ia mostrar através das pragas que os deuses do Egito eram falsos, não tinham poder e não adiantava confiar neles.



A 1º praga – Deus disse para Arão estender sua vara sobre as águas do Egito. Quando ele fez isso, toda água se transformou em sangue. Você pode imaginar os egípcios indo buscar água no rio e encontrar somente sangue?



Você tem coragem de pegar uma rã? A 2º praga era as rãs. Em todos os lugares: no palácio de Faraó, nas praças, nas casas havia muitas rãs.

Na 3º praga, Deus transformou o pó da terra em piolhos.

Mesmo acontecendo essas coisas horríveis no Egito, Faraó não deixou o povo sair. Deus continuou enviando mais pragas





Veio a 4º praga, que eram as moscas.





A 5º praga foi peste nos animais – Faraó e os egípcios adoravam o deus touro. Acreditavam que ele protegia o gado, mas Deus mostrou que era inútil confiar em um animal.



A 6º praga constitui-se de úlceras – eram feridas muito feias que apareceram no povo.

Vocês acham que agora Faraó vai deixar o povo sair? Não. Ele era muito teimoso





Quem tem medo de chuva de pedras, de trovões, de relâmpagos? Deus enviou chuva diferente para o Egito, que nós nunca vimos igual. A chuva de pedras foi a 7º praga. Caíram tantas pedras que estragaram as plantações e mataram muitos animais.

Depois disso Deus fez soprar um vento forte trazendo milhares de gafanhotos, insetos que devoraram o restante das plantações do Egito. Esta foi a 8º praga.







Os egípcios acreditavam que o sol era o maior de todos os deuses. Então, Deus enviou a 9º praga fazendo com que o sol escurecesse por três dias. Ninguém podia sair de casa porque não encontrava caminho, mas na região onde os israelitas moravam não ficou escuro, somente para os egípcios. Moisés mostrou aos egípcios que o sol não é um deus.

Deus não permitiu que os israelitas sofressem com nenhum dessas pragas que caíram no Egito. Ele cuidou de Seu povo porque os amava.






Depois de tudo isso, Moisés foi falar novamente com Faraó, mas ele continuava com o coração endurecido.

Na aula de hoje, vimos nove pragas. Na próxima lição veremos a 10º praga, mas...será que dessa vez Faraó vai deixar o povo sair? Não percam!

Conclusão

Faraó não quis obedecer a Deus. E Deus estava lhe mostrando que é poderoso e pode realizar qualquer coisa. Faraó não tinha temor a Deus e não reconhecia a Sua grandeza. Nós temos que reconhecer que Deus é poderoso, é o Criador da natureza e o único Deus. Devemos confiar e adorar somente a Deus.



Atividades:







segunda-feira, 11 de março de 2013

Jonas









Rainha Ester






1- Objetivo: Ensinar às crianças a importância de agradecer ao Senhor por nossa salvação.
2- Quebra-Gelo: Você lembra o dia que aceitou Jesus como o seu Senhor e Salvador?
3- Versículo para Memorizar: “Somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou.” Rm 8:37
4- Referência Bíblica: Ester 4-8
5- Mensagem: Ester era uma jovem judia que foi escolhida pelo rei Assuero, da Pérsia, para ser sua rainha. Tinha um primo chamado Mordecai, que a criara desde pequena, pois era órfã, não tinha pais. Mordecai era judeu e, fiel aos princípios de Deus, não se prostrava perante ninguém, por isso atraiu sobre si e sobre todos os judeus que ali viviam a ira de Hamã, homem exaltado pelo rei acima de todos os príncipes, diante de quem todos tinham que se prostrar. Hamã, para se vingar de Mordecai, foi ao rei e falou-lhe do povo judeu, que tinha leis diferentes de todos os outros povos e não obedecia às ordens dadas por ele. Em razão dessa desobediência, que o rei não os deixasse ficar ali, mas que os mandasse matar. Quando Mordecai soube desta ordem, rasgou suas roupas, vestiu-se de sacos e foi para a porta do rei, mas não o deixaram entrar. Ester soube do que estava acontecendo, mas achou-se incapaz de fazer alguma coisa, pois, apesar de ser rainha, só podia entrar na presença do rei quando este a chamava. Se entrasse sem sua ordem, poderia ser morta. Mordecai mandou-lhe dizer que se ficasse calada, certamente morreria junto com seu povo, pois também era judia e lembrou-lhe que talvez estivesse ali como rainha por providência de Deus para salvar seu povo. Ester mandou então que todos jejuassem por três dias, pois assim faria também, e depois entraria na presença do rei. No terceiro dia, Ester vestiu o manto real. Então, ela respirou fundo e entrou na sala interior, onde o rei estava sentado. O rei viu Ester e ficou muito satisfeito. Ele estendeu o seu cetro de ouro e perguntou a Ester o que ela queria. Ela, então o convidou para um banquete juntamente com Hamã. Hamã já tinha mandado preparar uma forca para Mordecai. Durante o banquete, novamente o rei perguntou-lhe o que queria e ela o convidou para um novo banquete. Neste segundo banquete, perguntou o rei a Ester, outra vez, qual era o seu pedido. Então ela lhe contou tudo o que estava acontecendo, denunciando Hamã como perseguidor do seu povo. Então o rei mandou que Hamã fosse enforcado na mesma forca que havia preparado para Mordecai e que fosse revogada a ordem de matar os judeus. O rei fez um decreto que todos os judeus podiam se reunir para lutar com quem tentasse matá-los. Deus estava com seu povo. Eles foram vitoriosos. Depois, eles fizeram uma festa especial para honrar a Deus por livrá-los da morte, chamada Festa de Purim.

Festa de Purim: O objetivo central da festa de Purim é compartilhar a alegria. Muitos judeus, em particular as crianças, fantasiam-se e participam de desfiles e concursos. As fantasias mais populares costumam ser as de Mardoqueu e da Rainha Esther. Peças teatrais são encenadas para recontar a milenar história. Nesta festa adultos e crianças comem e bebem alegremente, nesta festa também trazem alimentos e roupas para serem doados a pessoas carentes.

8- Aplicação: Assim como Deus usou a vida de Ester para salvar o povo judeu, Ele usou a vida de Jesus para nos salvar da morte. Que possamos louvar ao Senhor e agradece a Deus por Seu amor para com as nossas vidas!
9- Atividade: Sugestões: 1- Monte uma história da rainha Ester em quadrinhos, cada criança pode fazer um quadrinho, um desenho de uma parte da história, e depois junte os desenhos e reconte de forma resumida.
2- Prepare com as crianças uma festa de Purim, com lanches, doces, sucos, e muito louvor, para celebrar a nossa salvação em Cristo. Peça que nessa festa tragam algo para ser doado: roupas, brinquedos, alimentos (fechados). Incentive todas a trazerem algo, mesmo as mais carentes, elas encontrarão algo para trazerem, com certeza, é importante não tirar esse privilégio de nenhuma criança que é o de doar algo para alguém.
10- Comunhão / Encerramento















sábado, 10 de novembro de 2012

Os irmãos de José vão ao Egito


Os irmãos de José vão ao Egito

Gênesis 42:1-38
 Jacó ficou sabendo que no Egito não havia falta de mantimento. Então disse aos filhos dele: "Vocês acham que adianta ficar olhando uns para os outros, sem fazer nada?


Ouvi dizer,  continuou Jacó, "que o Egito tem cereais armazenados. Vão lá comprar mantimento, se não, acabaremos morrendo de fome.  Dez irmãos de José foram comprar cereal no Egito.Jacó não deixou ir Benjamim, o filho menor, irmão de José por parte de pai e de mãe. Jacó reteve Benjamim, dizendo: "Convém que ele fique, pois poderia acontecer algum desastre a ele. "


 Iam caravanas de Canaã para o Egito, para resolver o problema da fome. E lá foram também os filhos de Israel. José era o governador do Egito. Era ele que fazia as vendas, e os irmãos de José foram então à sua presença quando chegaram, e se inclinaram diante dele!


 José logo reconheceu os irmãos, mas não disse nada quanto a isso. Falou secamente com eles, perguntando por meio de intérprete: "De onde vocês vêm? " Eles responderam: "Da terra de Canaã. Viemos comprar mantimento.  José reconheceu os irmãos dele, mas eles não reconheceram José.  José lembrou os sonhos que tinha tido sobre eles.


Disse aos irmãos: "Vocês são espiões. Estão querendo descobrir os pontos fracos do Egito.  "Não, senhor! " responderam eles. "Estes seus servidores vieram aqui para comprar mantimento, e só. Somos todos irmãos, por parte de pai. Somos gente honesta. Não somos espiões. José insistiu: "Nada disso! O que vieram fazer é outra coisa. Vocês querem conhecer os pontos fracos do pais. Nós, que somos seus servidores, " disseram eles, "somos de uma família de doze irmãos, todos filhos de um homem que mora em Canaã. Estamos dez aqui. O mais novo de todos ficou com o pai. O outro não existe mais.  Não adiantou. José continuou dizendo: "Não. Vocês não mudarão o que penso. Vocês são espiões.Bem, " prosseguiu ele, "Há um jeito de provar o que dizem. Mas garanto pela vida de Faraó - que vocês não sairão daqui enquanto não apresentarem a prova. E a prova é esta: Tragam aqui o seu irmão mais novo. Um de vocês vai buscar o rapaz. Enquanto isso vocês vão ficar detidos aqui. Assim ficará provado se vocês disseram a verdade. E se não - pela vida de Faraó - terei certeza de que são espiões. Dizendo isso, mandou prender todos eles numa cadeia. Três dias depois, José tornou a falar com eles. Disse: "Vou dar oportunidade a vocês para salvarem a vida - pois eu tenho temor de Deus, façam isto: Se vocês são honestos, deixem um aqui na prisão, enquanto os outros vão levar mantimento para saciar a fome dos seus familiares. 


Depois voltarão para cá, trazendo o irmão mais novo. Assim vocês provarão o que estão dizendo, e não serão mortos. " Eles concordaram.  Naquela hora os irmãos de José lembraram o mal que tinham feito. "Bem merecemos o que está acontecendo, " disseram. "Pesa sobre nós a culpa do que fizemos ao nosso irmão. Vimos quanto ele sofreu! Ele suplicava tanto que tivéssemos dó, e nós não fizemos caso! Agora estamos pagando tudo. Agora passamos por esta angústia!  "Vocês decerto lembram o que falei na ocasião, " disse Rúben. "Eu disse que não pecassem contra o rapaz. Mas vocês não quiseram escutar. Pois agora vejam! Temos de pagar pelo sangue dele! "  Eles nem desconfiaram que José estava entendendo tudo o que falavam. Não desconfiaram porque, quando José falava com eles, usava intérprete, como se não soubesse a língua dos hebreus. José saiu um pouco, e chorou. Depois voltou para falar com os irmãos, e algemou Simeão na frente deles.José deu ordens para que enchessem de cereal os sacos que os irmãos dele tinha trazido para as compras. Mandou devolver o pagamento deles, colocando o dinheiro dentro dos sacos de mantimento. Além disso, mandou preparar alimento para a viagem deles. Os criados fizeram tudo o que José mandou.  Os filhos de Jacó puseram os sacos de mantimento nos lombos dos jumentos, e foram embora.   Quando estavam alojados numa hospedaria da estrada, um dos irmãos foi alimentar o jumento dele. Ao abrir um saco para tirar cereal, achou o dinheiro na boca do saco. Vejam só! ", disse ele. "Devolveram o meu dinheiro! Encontrei na boca do saco de mantimento. " Os outros quase desmaiaram. Ficaram olhando uns para os outros, cheios de medo. E disseram: "Que será que Deus quer fazer conosco?  Continuaram a viagem para a terra de Canaã. Chegando em casa, contaram ao pai tudo o que tinha acontecido. O governador do Egito foi duro conosco, " disseram eles a Jacó. "Ele ficou dizendo que estávamos lá como espiões! Nós dissemos: Somos gente honesta. Não somos espiões!32 Somos doze irmãos por parte de pai. Um não existe mais, e o menor está em casa, na terra de Canaã. Mas aquele homem, que é a maior autoridade do Egito, respondeu: Só vejo um modo de vocês provarem que são honestos. Um de vocês fica detido aqui. Os outros podem ir para casa, levando mantimento para socorrer as famílias de cada um.  Depois vocês vão ter de voltar para cá, trazendo o irmão mais novo. Se fizerem isso, ficará provado que estão sendo sinceros. Aí soltarei o seu irmão, e vocês poderão negociar à vontade no Egito.  Depois de contarem a história toda, despejaram os sacos de mantimento no depósito. Aí viram o dinheiro de todos eles, amarrado em pequenos pacotes. O pai e os filhos ficaram cheios de medo.


 Então Jacó: "Vocês me deixaram sem dois filhos. José não existe mais, e Simeão está longe. E agora querem levar Benjamim! Como posso agüentar todas estas coisas?! Foi quando Rúben falou ao pai: "Pode deixar que eu levo Benjamim, e o trago de volta. Se eu não cumprir minha palavra, pode matar os meus dois filhos! O meu filho não sairá daqui com vocês, " respondeu Jacó. "Morreu o irmão dele, e ele ficou sozinho. É o que me resta. Se ele for e acontecer algum desastre com ele na viagem, vocês me farão morrer cheio de tristeza! 





José, governador do Egito


José, governador do Egito
Gênesis 41:1-57


Digo e repito: Dou autoridade a você sobre todo o território do Egito.  E para demonstrar bem isso, Faraó passou das palavras à ação. Tirou do dedo o anel com o timbre do selo real e pôs o anel no dedo de José. Mandou dar a ele finas roupas de linho, e colocou no pescoço dele um colar de ouro - como era costume entre os homens poderosos daquele tempo.  Faraó saiu com o séqüito real, e fez com que José ocupasse a segunda carruagem: primeiro o rei e logo depois José! Além disso, o rei mandou gente na- frente, gritando, a todos: "Prestem homenagem a José! Fiquem inclinados diante dele! " Foi desse jeito que Faraó deu posse a José, como autoridade superior sobre toda a nação!   Quando parecia que não restava mais nada a Faraó fazer, ele disse a José: "Eu sou Faraó., Mas ninguém vai mover a mão ou o pé sem a sua ordem. Quer dizer que, em todo o Egito, ninguém poderá tomar nenhuma iniciativa sem a sua expressa autorização. Faraó deu a José o título de Zafenate-Panéia, que quer dizer "Aquele que sustenta a vida" - título apropriado para o Administrador Geral da nação. E para completar as honrarias, Faraó deu Azenate em casamento a José. Ela era filha de Potífera, sacerdote de Om. José não perdeu tempo: tratou de percorrer logo todo o território do Egito.


 Nessa ocasião ele estava com trinta anos de idade. Começaram os sete anos de fartura, e a terra teve enorme produção.   José foi juntando todo o mantimento que pôde, em todo o território do Egito. Isso durante os sete anos. O mantimento foi guardado nas cidades egípcias, tirado dos campos em derredor. José fez com que em cada cidade fossem armazenadas as produções das lavouras que ficavam perto dela.  Assim, foi enorme a quantidade de mantimento que José conseguiu armazenar. Como a areia do mar! Foi tanto mantimento, que já não podiam contar! Foi além de todas as medidas!  Antes de chegar o período de fome, Azenate, mulher de José, teve dois filhos. Ao primeiro José, deu o nome de Manassés, que quer dizer "Que Faz Esquecer". Ao dar esse nome, José disse: "Deus fez com que eu esquecesse a casa do meu pai, e todos os sofrimentos que tive.  Ao segundo filho José deu o nome de Efraim, que quer dizer "Fruto em Dobro". Disse José na ocasião: "Deus me fez progredir na terra onde passei por aflições.  Depois dos sete anos de fartura no Egito,  começaram os sete anos de fome, como José tinha dito. Aconteceu, pois, que todos os países tiveram grande miséria. Só no Egito o povo tinha com que se alimentar.   Porque, quando o povo egípcio começou a passar necessidades, clamou a Faraó. E a todos os egípcios que pediam socorro a Faraó, ele dizia: Procurem José, e façam o que ele disser. 




Atendendo à crise geral, José mandou abrir todos os depósitos e começou a vender mantimento aos egípcios. 
Além disso, gente dos outros países vinha ao Egito e comprova provisões de José. Porque não foi só no Egito, nem só por perto do Egito, que a fome dominou.
A fome dominou o mundo inteiro!





José: O sonho de Faraó


O sonho de Faraó

Gênesis 41:1-40

 Depois de dois anos completos, Faraó teve um sonho. No sonho ele se viu de pé, na margem do rio Nilo.


 E viu sair das águas sete lindas vacas gordas. E elas ficaram pastando no capinzal. Viu também sete vacas feias e magras saindo do rio. Foram atrás das gordas e ficaram paradas perto delas, na beira do rio.  Depois as vacas magras comeram as gordas! Nesse ponto, Faraó acordou.


Depois dormiu de novo e teve outro sonho. Sonhou que num só talo nasciam sete espigas cheias e boas.  E em seguida nasceram mais sete espigas no mesmo talo, Mas estas não eram bem desenvolvidas, e estavam queimadas pelo vento leste.  E as espigas feias devoraram as espigas boas. Nisso Faraó acordou, e viu que não passava de um sonho.  De manhã Faraó ficou preocupado com os sonhos que tinha tido. Mandou chamar todos os mágicos e todos os sábios do Egito. Contou a eles os sonhos, mas ninguém pôde dizer o sentido deles.  Só então o chefe dos garçons se lembrou de falar de José a Faraó. Disse ele: "Lembro agora o meu pecado!  "Já faz tempo, Vossa Majestade ficou irritado comigo e com um colega meu de serviço, o chefe dos padeiros. Nós dois ficamos presos na cadeia da casa do comandante da guarda.


 "Uma noite, nós dois sonhamos,  e contamos os nossos sonhos a um jovem hebreu escravo do chefe da guarda que estava lá, e ele interpretou os dois.  "Pois bem, aconteceu tudo o que ele disse! Eu voltei para para o meu cargo, e o outro foi enforcado - como aquele moço tinha dito.


Faraó mandou buscar José. Foram logo tirar o preso da cela. José fez a barba, trocou de roupa, e se apresentou a Faraó. 15 Disse o rei: "Tive um sonho, e ninguém consegue dizer o que significa. Ouvi dizer que você é capaz de interpretar sonhos. "  "Eu mesmo não posso fazer isso, " disse José. "Mas Deus dirá ao rei o sentido do sonho. "  

José e o chefe de vinhos e o padeiro



O chefe de vinhos e o padeiro
Gênesis 40:1-23


 Passado algum tempo, o rei do Egito foi ofendido por dois dos seus servidores, isto é, o chefe dos copeiros, que era encarregado de servir vinho, e o chefe dos padeiros. O rei ficou furioso com os dois  e mandou que fossem postos na cadeia que ficava na casa do capitão da guarda, no mesmo lugar onde José estava preso. Eles ficaram muito tempo ali, e o capitão deu a José a tarefa de cuidar deles.


 Certa noite, ali na cadeia, o copeiro e o padeiro tiveram um sonho cada um. E cada sonho queria dizer alguma coisa.  Quando José veio vê-los de manhã, notou que estavam preocupados.  Então perguntou: —Por que vocês estão com essa cara tão triste hoje?


 Eles responderam: —Cada um de nós teve um sonho, e não há ninguém que saiba explicar o que esses sonhos querem dizer. —É Deus quem dá à gente a capacidade de explicar os sonhos — disse José. —Vamos, contem o que sonharam.  Então o chefe dos copeiros contou o seu sonho. Ele disse: —Sonhei que na minha frente havia uma parreira  que tinha três galhos. Assim que as folhas saíam, apareciam as flores, e estas viravam uvas maduras. "Eu estava segurando o copo do rei; espremia as uvas no copo e o entregava ao rei."  José disse: —A explicação é a seguinte: os três galhos são três dias. Daqui a três dias o rei vai mandar soltá-lo. Você vai voltar ao seu trabalho e servirá vinho ao rei, como fazia antes. Porém, quando você estiver muito bem lá, lembre de mim e por favor tenha a bondade de falar a meu respeito com o rei, ajudando-me assim a sair desta cadeia.  "A verdade é que foi à força que me tiraram da terra dos hebreus e me trouxeram para o Egito; e mesmo aqui no Egito não fiz nada para vir parar na cadeia."


 Quando o chefe dos padeiros viu que a explicação era boa, disse: —Eu também tive um sonho. Sonhei que estava carregando na cabeça três cestos de pão.  No cesto de cima havia todo tipo de comidas assadas que os padeiros fazem para o rei. E as aves vinham e comiam dessas comidas.  José explicou assim: —O seu sonho quer dizer isto: os três cestos são três dias.  Daqui a três dias o rei vai soltá-lo e vai mandar cortar a sua cabeça. Depois o seu corpo será pendurado num poste de madeira, e as aves comerão a sua carne.  Três dias depois o rei comemorou o seu aniversário, oferecendo um banquete a todos os seus funcionários. Ele mandou soltar o chefe dos copeiros e o chefe dos padeiros e deu ordem para que viessem ao banquete.  E aconteceu exatamente o que José tinha dito: o rei fez com que o copeiro voltasse ao seu antigo trabalho de servir vinho ao rei  e mandou que o padeiro fosse executado.  "Porém o chefe dos copeiros não lembrou de José; esqueceu dele completamente."