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sábado, 10 de novembro de 2012

José, governador do Egito


José, governador do Egito
Gênesis 41:1-57


Digo e repito: Dou autoridade a você sobre todo o território do Egito.  E para demonstrar bem isso, Faraó passou das palavras à ação. Tirou do dedo o anel com o timbre do selo real e pôs o anel no dedo de José. Mandou dar a ele finas roupas de linho, e colocou no pescoço dele um colar de ouro - como era costume entre os homens poderosos daquele tempo.  Faraó saiu com o séqüito real, e fez com que José ocupasse a segunda carruagem: primeiro o rei e logo depois José! Além disso, o rei mandou gente na- frente, gritando, a todos: "Prestem homenagem a José! Fiquem inclinados diante dele! " Foi desse jeito que Faraó deu posse a José, como autoridade superior sobre toda a nação!   Quando parecia que não restava mais nada a Faraó fazer, ele disse a José: "Eu sou Faraó., Mas ninguém vai mover a mão ou o pé sem a sua ordem. Quer dizer que, em todo o Egito, ninguém poderá tomar nenhuma iniciativa sem a sua expressa autorização. Faraó deu a José o título de Zafenate-Panéia, que quer dizer "Aquele que sustenta a vida" - título apropriado para o Administrador Geral da nação. E para completar as honrarias, Faraó deu Azenate em casamento a José. Ela era filha de Potífera, sacerdote de Om. José não perdeu tempo: tratou de percorrer logo todo o território do Egito.


 Nessa ocasião ele estava com trinta anos de idade. Começaram os sete anos de fartura, e a terra teve enorme produção.   José foi juntando todo o mantimento que pôde, em todo o território do Egito. Isso durante os sete anos. O mantimento foi guardado nas cidades egípcias, tirado dos campos em derredor. José fez com que em cada cidade fossem armazenadas as produções das lavouras que ficavam perto dela.  Assim, foi enorme a quantidade de mantimento que José conseguiu armazenar. Como a areia do mar! Foi tanto mantimento, que já não podiam contar! Foi além de todas as medidas!  Antes de chegar o período de fome, Azenate, mulher de José, teve dois filhos. Ao primeiro José, deu o nome de Manassés, que quer dizer "Que Faz Esquecer". Ao dar esse nome, José disse: "Deus fez com que eu esquecesse a casa do meu pai, e todos os sofrimentos que tive.  Ao segundo filho José deu o nome de Efraim, que quer dizer "Fruto em Dobro". Disse José na ocasião: "Deus me fez progredir na terra onde passei por aflições.  Depois dos sete anos de fartura no Egito,  começaram os sete anos de fome, como José tinha dito. Aconteceu, pois, que todos os países tiveram grande miséria. Só no Egito o povo tinha com que se alimentar.   Porque, quando o povo egípcio começou a passar necessidades, clamou a Faraó. E a todos os egípcios que pediam socorro a Faraó, ele dizia: Procurem José, e façam o que ele disser. 




Atendendo à crise geral, José mandou abrir todos os depósitos e começou a vender mantimento aos egípcios. 
Além disso, gente dos outros países vinha ao Egito e comprova provisões de José. Porque não foi só no Egito, nem só por perto do Egito, que a fome dominou.
A fome dominou o mundo inteiro!





José e a mulher de Potifar



José e a mulher de Potifar

 3ªParte

Gênesis 39:1-23
 José foi levado para o Egito, onde os ismaelitas o venderam a um egípcio chamado Potifar, um oficial que era o capitão da guarda do palácio.O SENHOR Deus estava com José. Ele morava na casa do seu dono e ia muito bem em tudo.


 O dono de José viu que o SENHOR estava com ele e o abençoava em tudo o que fazia.  Assim, José ganhou a simpatia do seu dono, que o pôs como seu ajudante particular. Potifar deu a José a responsabilidade de cuidar da sua casa e tomar conta de tudo o que era seu. Dali em diante, por causa de José, o SENHOR abençoou o lar do egípcio e também tudo o que ele tinha em casa e no campo. Potifar entregou nas mãos de José tudo o que tinha e não se preocupava com nada, a não ser com a comida que comia. José era um belo tipo de homem e simpático. Algum tempo depois, a mulher do seu dono começou a cobiçar José. Um dia ela disse: —Venha, vamos para a cama.

 Ele recusou, dizendo assim: —Escute! O meu dono não precisa se preocupar com nada nesta casa, pois eu estou aqui. Ele me pôs como responsável por tudo o que tem. Nesta casa eu mando tanto quanto ele. Aqui eu posso ter o que quiser, menos a senhora, pois é mulher dele. Sendo assim, como poderia eu fazer uma coisa tão imoral e pecar contra Deus? Todos os dias ela insistia que ele fosse para a cama com ela, mas José não concordava e também evitava estar perto dela.  Mas um dia, como de costume, ele entrou na casa para fazer o seu trabalho, e nenhum empregado estava ali. Então ela o agarrou pela capa e disse: —Venha, vamos para a cama. Mas ele escapou e correu para fora, deixando a capa nas mãos dela.


13 Quando notou que, ao fugir, ele havia deixado a capa nas suas mãos, 14 a mulher chamou os empregados da casa e disse: —Vejam só! Este hebreu, que o meu marido trouxe para casa, está nos insultando. Ele entrou no meu quarto e quis ter relações comigo, mas eu gritei o mais alto que pude. 15 Logo que comecei a gritar bem alto, ele fugiu, deixando a sua capa no meu quarto. 16 Ela guardou a capa até que o dono de José voltou. 17 Aí contou a mesma história, assim: —Esse escravo hebreu, que você trouxe para casa, entrou no meu quarto e quis abusar de mim. 18Mas eu gritei bem alto, e ele correu para fora, deixando a sua capa no meu quarto. 19 Veja só de que jeito o seu escravo me tratou! Quando ouviu essa história, o dono de José ficou com muita raiva.


20 Ele agarrou José e o pôs na cadeia onde ficavam os presos do rei. E José ficou ali. 21 Mas o SENHOR estava com ele e o abençoou, de modo que ele conquistou a simpatia do carcereiro. 22 Este pôs José como encarregado de todos os outros presos, e era ele quem mandava em tudo o que se fazia na cadeia.


23 O carcereiro não se preocupava com nada do que estava entregue a José, pois o SENHOR estava com ele e o abençoava em tudo o que fazia.




quinta-feira, 10 de março de 2011

A Parábola do Filho pródigo


Segundo o Evangelho de Lucas:
(fonte:. hist20)

Certo homem tinha dois filhos. O mais moço deles disse ao Pai: Dá-me a parte que me cabe dos bens e o Pai lhes repartiu os haveres.
     Passados não muitos dias o filho mais moço, ajuntando tudo o que era seu, partiu para uma terra distante e lá dissipou todos os seus bens, vivendo de maneira dissoluta.

     Depois de consumir tudo, sobreveio àquele homem uma grande fome, e ele começou a passar necessidade.
     Então ele foi e se agregou a um dos cidadãos daquela terra, e este o mandou para seus campos a guardar porcos. Ali desejava ele fartar-se das alfarrobas que os porcos comiam, mas ninguém lhe dava nada.
     Então caindo em si disse: Quantos trabalhadores de meu Pai têm pão com fartura e eu aqui, morro de fome.
     Levantar-me-ei e irei Ter com meu Pai e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e contra Ti. Já não, sou digno de ser chamado Teu filho, trata-me como um dos teus trabalhadores. E, levantando-se foi para o seu Pai.


     Vinha ele ainda longe, quando seu Pai o avistou, compadecido dele, correndo o abraçou e beijou.
     E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e diante de ti: já não sou digno de ser chamado teu filho.
     O Pai porem, disse aos seus servos. Trazei depressa a melhor roupa, vesti-o, pondo-lhe um anel no dedo. E sandálias nos pés. Trazei também e matai o novilho cevado. Comamos e regozijem-nos, porque este meu filho estava morto e reviveu. Estava perdido e foi achado e começaram a regozijar-se.
     Ora o filho mais velho estava no campo: e, quando voltava ao aproximar-se da casa, ouviu a música e as danças. Chamou um dos criados e perguntou o que era quilo. O criado informou: Veio teu irmão e teu Pai mandou matar o novilho cevado, porque
 o recuperou com saúde.

     Ele se indignou e não queria entrar: saindo porem o Pai, procurava conciliai-lo Mas ele respondeu a seu Pai: Há tantos anos que te sirvo sem jamais transgredir uma ordem sua, e nunca me deste um cabrito sequer para alegrar-me com os meus amigos. Vindo porem, esse teu filho, que desperdiçou os teus bens com meretrizes, tu mandaste matar para ele o novilho cevado?
     Então lhe respondeu o Pai: Meu filho, tu sempre estás comigo: Tudo o que é meu é teu. Entretanto era preciso que nos alegrasse-mos, porque esse teu irmão estava morto e reviveu estava perdido e foi achado. 
     Há mais alegria no Céu por um pecador que se arrepende, do que por todos os justos que ali estejam.
  
Disponho aqui os visuais:


Espero que seja muito útil!!
Envie sugestões e compartilhe seu material aqui!
Fonte:http://jesuseascriancinhas.blogspot.com/2010/09/parabola-do-filho-prodigo_29.html


terça-feira, 8 de março de 2011

A história da abelhinha - Capítulo2


Capítulo 2


Introdução dos sons: v-d-l-m.
Apresentação do vaga-lume, da dália, do lobo e da minhoca.


A abelhinha, os óculos, o pequeno índio e o ursinho acabaram encontrando
a escova mágica.
- Boa tarde! Cumprimentou a abelhinha.
Em seguida, ela apresentou os óculos:
- Este aqui é meu novo amigo. Ele também precisa de sua ajuda. Você quer
consertar meu amiguinho? Ele está todo quebrado.
Então a escova mágica olhou para os óculos e disse (ou cantou) assim:
- Eu prometo que você
Como novo vai ficar.
Eu ajudo de verdade
Mas você tem de esperar.
O professor poderá recitar ou cantar a quadrinha, levando as
crianças a repeti-la.

Já estava ficando noite.
- bem, falou a abelhinha. Acho que hoje vou dormir aqui mesmo. Posso?
E, sem esperar resposta, deitou-se no meio dos pelos da escova encantada.
E logo tirou um soninho.
De repente a abelhinha acordou e começou a gritar:
- Socorro! Socorro! Socorro! Por favor, me acudam!
- Que é que aconteceu com você? Perguntou o ursinho.
A abelhinha respondeu com voz de choro:
- A escova mágica está pegando fogo!
A escova, dando uma risada, explicou:
- Não é fogo não, abelhinha! É um bichinho! Ele ficou preso nos meus pelos.

terça-feira, 1 de março de 2011

A história da abelhinha - Capítulo1



Capítulo 1

Introdução dos fonemas: a, e (fechado), i, o (aberto), u.
Apresentação da abelhinha, da escova mágica, do índio, dos óculos quebrados e do
ursinho.

Era uma vez uma abelhinha que nasceu com asas de um lado só.
Não podia voar, nem um pouquinho. Tinha mesmo de andar. E ela ficava
tão cansada que suspirava assim: a...
O professor emitirá o som a (som aberto) e perguntará:
- Quem sabe fazer o som da abelhinha?

A abelhinha tinha tanta vontade de voar...
Se ela pudesse voar, quantas coisas maravilhosas havia de fazer!
A abelhinha contava tudo que pensava a uma escova, amiga dela. A escova
era mágica, mas a abelhinha não sabia.
Um dia, a escova encantada disse à abelhinha:
- Você ainda há de ter asas deste lado também. Espere com paciência,
minha amiga!
A abelhinha nem queria acreditar em tanta felicidade. Então a escova
mágica explicou:
- Eu sou uma escova mágica. Posso fazer muita coisa boa. Eu vou ajudar
você.
Desde esse dia, a abelhinha pensava muito na promessa da amiga. Quando
a escova via abelhinha pensando, dizia com uma voz muito rouca e misteriosa: ê...

O professor emitirá o som e (som fechado) e dirá:
- Vamos imitar a escova?

Ou então dizia estes versinhos:
- Querida amiga abelhinha,
Vou fazer você voar.
Eu ajudo de verdade
Mas você tem de esperar.
Nessa hora, a abelhinha dava uma risada gostosa. Depois, conversava,
conversava. Por fim, pedia licença para dormir um soninho, bem escondida nos
pelos da escova mágica.
Todas as manhãs, a abelhinha costumava brincar perto de um mato muito
alto.
Uma vez, ela viu as folhas do mato se mexerem. E no mesmo instante
escutou um barulhinho assim: i ...
O professor emitirá o som i, agindo como nas vezes anteriores

A abelhinha olhou para um lado, olhou para outro e não viu nada. Nada,
nada, nada... Começou a sentir um pouquinho de medo. Pensou em voltar correndo
para junto da escova mágica. Nisto saiu do mato um pequeno índio, todo enfeitado
de penas.
A abelhinha, muito espantada, perguntou:
- Foi você que fez aquele barulhinho, foi?
- Eu mesmo! Por quê?
A abelhinha disse logo:
- Porque eu estava com medo. Mas agora já passou. Sabe de uma coisa?
Estou gostando muito de você. Quer ser meu amigo, indiozinho?
- Feito, falou o pequeno índio.
Na mesma hora, os dois combinaram um a porção de brincadeiras boas.
Uma tarde, a abelhinha e o índio brincavam no quintal de uma casa grande.
A abelhinha viu no chão uma coisa muito esquisita.
Olhou... Olhou... Tornou a olhar... Nunca tinha visto aquilo. Parecia um
bicho mas não era. Que é que podia ser?
A abelhinha resolveu perguntar:
- Como é o seu nome?
Mas a tal coisa esquisita só fez um barulhinho assim: ó...

O professor emitirá o som o (som aberto), agindo como nas vezes anteriores.
Foi aí que a abelhinha viu que a tal coisa esquisita eram uns óculos
quebrados.
Cheia de pena, ela indagou:
- Que foi que aconteceu com você, amigo óculos? Você escorregou?
Tropeçou numa pedra? Caiu de algum lugar?
Os óculos não disseram uma palavra.
Então a abelhinha achou que os óculos estavam precisando de ajuda. Para
consolar o amigo, falou com muito carinho:
- Eu vou ajudar você, ouviu? Vou pedir à minha amiga, a escova mágica,
que concerte você. Quer ir comigo a casa dela? Amigo índio, quer vir conosco?
O indiozinho logo aceitou o convite. Apanhou os óculos e acompanhou a
abelhinha. Andaram... andaram... andaram...
De repente, que é que eles viram junto de uma árvore? Um ursinho! O
ursinho era muito levado. Quis logo fazer uma travessura. Escondeu-se atrás da
árvore e para assustar os amigos ele fez assim: u...

O professor emitirá o som u, agindo como nas vezes anteriores.

A abelhinha nem nada. Continuou calma. Há muito tempo ela já conhecia as
brincadeiras do ursinho.
O pequeno índio deu uma corrida para agarrar o ursinho. Foi quando a
abelhinha reclamou muito aborrecida:
- Ursinho! Amigo índio! Parem com essa brincadeira. Não podemos perder
tempo. Os óculos quebrados estão precisando de ajuda. Temos de achar depressa
a escova mágica. Você quer vir conosco, ursinho?
- Quero sim, abelhinha! Eu também gosto de ajudar, respondeu o ursinho.
A abelhinha, os óculos quebrados, o pequeno índio e o ursinho foram
procurar a escova mágica.


Continua no próximo post...


segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

A Criação do Mundo


A Criação do Mundo

Versículo para Memorizar:Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom.
Gên.1:31a

Hora da estória:Agora, mais uma vez, preste muita atenção. Então lhe contarei também como Deus fez tudo que existe.
Há muito, muito tempo, Deus criou o céu e a terra. No céu -tudo já era lindo, e claro, e alegre. Lá morava Deus com todos os anjos. E os anjos cantavam divinamente.
Mas na terra ainda não morava ninguém. Ali ainda não era lindo. Ali fazia frio, e era quieto e escuro, muito escuro. E toda a terra ainda estava coberta de água.
Então Deus pensou assim: "Quero embelezar a terra também".
Ele disse: "Que se faça luz!"
E houve luz porque Deus o ordenou. O que Deus diz, isto já se realiza.
Mas quando veio a noite, a terra ficou novamente na escuridão. Isso era preciso mesmo, pois à noite sempre escurece.
E Deus disse: "Quando é claro, então é dia; e quando é escuro, então é noite."
E assim passou-se o primeiro dia.
No segundo dia, Deus continuou seu trabalho.
Ele disse: "Sobre a terra deverá resplandecer um céu azul!"
E logo se fez assim: Via-se então muitas nuvens brancas balançando-se no céu azul. Era lindo de se ver.
Então anoiteceu outra vez. Passou-se também o segundo dia.
A terra toda ainda estava coberta de água. Mas no terceiro dia, Deus secou uma grande parte da terra. De lá Ele afastou toda a água. E Deus disse: "A parte seca é a terra, e a água é o mar."
Então Deus fez crescer de tudo na parte seca: capim, flores e árvores. As flores tinham um perfume agradável e floresciam tão belas! As árvores balançavam-se ao sopro do vento.
Sim, como a terra estava ficando linda agora!
Mas no quarto dia ficou tudo mais bonito ainda. Porque agora Deus fez o sol. Este aparecia de manhã no céu, subia mais e mais e esquentava a terra. As flores voltavam-se para a luz clara e tornaram-se muito mais bonitas. Quando começou a anoitecer, o sol foi descendo, e finalmente desapareceu.
Mas não ficou mais tão escuro, pois agora a lua estava no céu. Deus também já a tinha feito. E as estrelas brilhantes também.
Deus disse: "0 sol deverá sempre brilhar durante o dia, e a lua, à noite."
E assim se fez.
Então chegou o quinto dia.
E você sabe o que Deus criou então?
Os peixes e os pássaros.
Os peixes brincavam na água, e os pássaros cantavam nas árvores. Era como se quisessem mostrar a Deus como se alegravam.
Deus ensinou os pássaros a fazer seus ninhos. Ele disse: "Agora vocês devem por ovos e chocá-los, então sairão novos pássaros. Assim haverá sempre mais pássaros na terra."
E assim, passou-se o quinto dia.
No sexto dia, Deus criou o que de mais belo existe.
Primeiramente, todos os animais: os cavalos e o gado, os carneiros e os coelhos, o grande elefante e minúsculo ratinho. Eles todos foram feitos por Deus.
Aí Deus disse: "Agora Eu quero fazer um homem. Um homem semelhante a Mim".
E Deus fez o primeiro homem e chamou-o Adão.
E Deus disse: "Adão, você vai ser o senhor de tudo que Eu fiz: dos peixes, das aves e de todos os animais. Todos devem obedecer-lhe, e você deve obedecer a Mim."
Isto Adão compreendeu bem.
Então havia passado também o sexto dia.
No sétimo dia, Deus descansou de seu trabalho. Pois a terra estava pronta.
Deus abençoou este dia.
E daí em diante, todos os homens deveriam descansar de seu trabalho no sétimo dia.
Não existe nada no mundo que Deus não tenha feito.
E no mundo inteiro não existe uma criança da qual Deus não cuide.
Você quer sempre se lembrar disso?
 
Oração final:Bondoso Deus, criador do céu e da terra, ajude-nos a cuidar do mundo que o Senhor preparou para nós.
Deus, me ajuda amar o próximo como o Senhor me ama.Amem!

Sugestão de Atividade:Desenho para pintar

Espero que gostem!!Deixem um comentário! 




sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Hora da estória: E Jesus crescia...



Enquanto Jesus crescia...

Vamos Memorizar!!! “E crescia Jesus...”.
Lucas 2:52
Leitura Bíblica: Lucas 2:39-52

Não é maravilhoso saber que Jesus também foi menino?
José era o seu pai da terra. Ele era carpinteiro.
Jesus foi o menino mais obediente que já existiu.
Aos doze anos, Jesus era um menino bem crescido. A Bíblia nos diz que Jesus crescia em sabedoria, estatura e graça.
Um dia José e Maria levaram Jesus numa festa que se realizou em Jerusalém e não foram só eles, foram várias pessoas também.
Quando estavam voltando para sua casa em Nazaré, José e Maria sentiram falta de Jesus e perguntavam para um, perguntavam para outro e nada. Ninguém havia visto Jesus.
Então pensaram: “Jesus ficou para trás”.
Procuraram por vários dias. Quando, depois de três dias, o encontraram em Jerusalém.
Quem sabe onde ele estava?
Sim ,ele estava no templo. Jesus conversava com vários mestres sobre as coisas de Deus.
Que alívio devem ter sentido José e Maria por encontrarem Jesus.
(
Desenho para Ilustrar: